Tyrone Power

Tyrone Power
ator
Nascido em Cincinnati, Ohio, em 1914, foi o único filho do ator de cinema e teatro estadunidense (nascido inglês) Tyrone Power, Sr., e Helen Emma Patia Reaume. Power era descendente de uma longa linhagem de atores de teatro, entre eles seu bisavô, o ator e comediante irlandês Tyrone Power (1795-1841). Por parte de sua bisavó paterna, Anne Gilbert, Power era aparentado com o ator Laurence Olivier.
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Biografia de Tyrone Power

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Filmografia de Tyrone Power

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Tyrone Power
Nascimento: 5 de maio de 1914
Falecimento: 15 de novembro de 1958 (44 anos)
Origem: Cincinnati, Ohio, EUA
Nascido em Cincinnati, Ohio, em 1914, foi o único filho do ator de cinema e teatro estadunidense (nascido inglês) Tyrone Power, Sr., e Helen Emma "Patia" Reaume. Power era descendente de uma longa linhagem de atores de teatro, entre eles seu bisavô, o ator e comediante irlandês Tyrone Power (1795-1841). Por parte de sua bisavó paterna, Anne Gilbert, Power era aparentado com o ator Laurence Olivier.

Durante seu primeiro ano de vida, Tyrone viveu em Cincinnati. Seu pai ficava ausente por longos períodos, devido à temporada de teatro em Nova Iorque. Era uma criança doentia, e o médico sugeriu à sua família que o clima da Califórnia poderia lhe fazer bem, a família mudou-se para lá em 1915. Seus pais realizaram em 1917 o filme The Planter. Seu pai, que mais tarde se tornou conhecido, acabou indo, devido a sua carreira, para Nova Iorque. Os Powers se divorciaram por volta de 1920.

Após o divórcio, Patia Power trabalhou como atriz de teatro. Em 1921, aos 7 anos, o jovem Tyrone apareceu ao lado de sua mãe em La Golondrina, em São Gabriel, Califórnia. Alguns anos mais tarde, a família voltou para Cincinnati, ao lado da tia de Patia, Helen Schuster Martin, fundadora da Schuster-Martin School of Drama.

Tyrone Power associou-se a seu pai no verão de 1931, após terem ficado algum tempo separados devido ao divórcio. Seu pai teve um infarto agudo do miocárdio em dezembro de 1931, morrendo nos braços do filho, enquanto preparava a performance para The Miracle Man.

Tyrone Power, Jr., como ele era então conhecido, decidiu continuar na carreira artística. Ele foi de porta em porta, em busca de um trabalho como ator, mas não conseguiu. Em 1932, apareceu em uma ponta em Tom Brown of Culver, um filme estrelado por Tom Brown e foi extra no filme Flirtation Walk. Frustrado, ele aceitou o coselho de um amigo, Arthur Caesar, e partiu para Nova Iorque em busca de experiência teatral.

Durante sua viagem a Nova Iorque, parou em Chicago, onde seu amigo, Don Ameche, convenceu-o a trabalhar um tempo no rádio, percebendo que não tinha habilidade para tal atividade, Power partiu novamente para Nova Iorque, onde conheceu Katharine Cornell, a grande atriz de teatro, que o indicou para substituir Burgess Meredith na peça Flowers of the Forest.

Posteriormente, Cornell o colocou no papel de Benvolio em Romeu e Juliet. Nessa época, Hollywood o observou, oferecendo-lhe um teste para o cinema. Katharine Cornell o aconselhou a não ir para Hollywood sem antes ter alguma experiência teatral, e Tyrone Power aceitou o conselho. Cornell deu a ele um papel substancial em sua próxima peça, St. Joan. Novamente Hollywood se interessou e lhe ofereceu o teste. Cornell lhe disse que agora estava “pronto”.

Tyrone Power foi para Hollywood em 1936, e assinou contrato com a 20th Century-Fox. No entanto, não foi reconhecido seu talento por algum tempo, e teve uma falsa esperança quando foi escalado para Novos Ecos da Broadway (1936), a pedido de Alice Faye, uma estrela do estúdio. O diretor, Sidney Lanfield, não reconheceu seu potencial e o tirou do elenco do filme, alegando que ele nunca se tornaria um ator.

Faye interveio novamente, e convenceu o estúdio a lhe dar uma chance. Conseguiu um pequeno papel em Dormitório de Moças (1936), e nesse filme conquistou várias fãs, entre elas Hedda Hopper. Posteriormente, Power fez um papel maior em Mulheres Enamoradas (1936), que estrelava Janet Gaynor, Constance Bennett e Loretta Young.

Ao perceber que a 20th Century-Fox não o considerava entre suas opções, Tyrone Power foi ao escritório do diretor, Henry King, para lhe perguntar sobre a possibilidade de um papel de destaque. King ficou impressionado com ele e insistiu para que fizesse um teste para Lloyd's de Londres (1936), um papel que já era de Don Ameche.

A despeito das reservas de Darryl F. Zanuck, foi decidido dar a Power o papel no filme, o qual era dirigido por Henry King, e a editora da Fox, Barbara McLean, convenceu-o de que Power tinha mais presença em cena do que Don Ameche. Ele foi para a estréia do filme como um desconhecido, e saiu como uma estrela, inciando aí seu sucesso cinematográfico.

Tyrone Power esteve em evidência de 1936 até 1943, quando sua carreira foi interropida para o serviço militar. Nessa época, estrelou comédias românticas: Ela e o Príncipe (1937) e Esposas Ciumentas (1939); dramas: Suez (1938), Sangue e Areia (1941), Ódio no Coração (1942), E as Chuvas Chegaram (1939) e No Velho Chicago (1937); musicais: Alexander's Ragtime Band, Second Fiddle e Rose of Washington Square; western: Jesse James (1939) e Brigham Young; filmes de Guerra: Um Yankee na R.A.F. (1941) e Isto, Acima de Tudo (1942); aventura: A Marca do Zorro (1940) e O Cisne Negro (1942).

Jesse James foi um grande sucesso, mas recebeu muitas críticas pela glamurização do famoso fora-da-lei. O filme foi feito em torno de Pineville, Missouri, e foi o primiro filme Technicolor de Power. Em sua carreira, fez 16 filmes em cores, incluindo o que estava fazendo quando morreu.

Em 1940, quando o filme A Marca do Zorro foi realizado. Power fez o papel de Don Diego Vega, durante o dia, e de Zorro, durante a noite. O papel fora feito, anteriormente, por Douglas Fairbanks, em 1920, num filme com o mesmo título.

A atuação de Power foi excelente, e a 20th Century Fox colocou-o no elenco em filmes de capa-e-espada nos anos seguintes. Power foi um excelente espadachim, e a cena do duelo em The Mark of Zorro é considerada uma das melhores da história do cinema. O grande espadachim de Hollywood, Basil Rathbone, que atuou com ele em The Mark of Zorro, comentou: "Power era o homem mais ágil com uma espada que já enfrentei diante de uma câmera. Tyrone colocava Errol Flynn no chapéu".

A despeito de se manter ativo no cinema fazendo filmes para a 20th Century-Fox, Tyrone Power dedicou um tempo ao rádio e ao teatro. Ele atuou com sua esposa, Annabella, em diversos programas de rádio, incluindo as peças Blood and Sand, The Rage of Manhattan e Seventh Heaven; também atuou com ela na peça Liliom, em Country Playhouse, Westport, Connecticut, em 1941. Trabalhou também ao lado de Humphrey Bogart, Jeanne Crain, Loretta Young, Alice Faye e Al Jolson.

A carreira de Tyrone Power foi interrompida em 1943, para o serviço militar. Ele entrou para os U.S. Marines em 1942, mas quando voltou, foi requisitado pela 20th Century-Fox para completar mais um filme, Mergulho no Inferno, em 1943, um patriótico filme de guerra. Ele foi creditado como Tyrone Power, U.S.M.C.R., e o filme serviu, como muitos da época, para o recrutamento de soldados para a guerra.

Anne Baxter foi uma das atrizes que atuou com ele no cinema e no teatro. Em 1946, contracenou com Gene Tierney e Anne Baxter em O Fio da Navalha, uma adaptação da novela homônima de W. Somerset Maugham.

Seu próximo trabalho foi o film noir O Beco das Almas Perdidas (1947), Darryl F. Zanuck estava relutante em permitir que Power fizesse o filme, pois sua aparência marcante e charme eram usados como marketing pelo estúdio, e Zanuck temia que o papel sombrio pudesse prejudicar a imagem de Power. Zanuck acabou aceitando, mas dispensou para um “filme A” os recursos que normalmente daria a um filme B.

O filme foi dirigido por Edmund Goulding, e, apesar de ter morrido na bilheteria (Zanuck não fez publicidade e o removeu do lançamento), Power recebeu as mais favoráveis críticas de sua carreira. O filme foi lançado em DVD em 2005, após muitos anos de batalha legal, e Power novamente recebeu opiniões favoráveis dos críticos do século XXI.

A incursão de Power no drama foi curta, e ele em seguida convidado para o filme Capitão de Castela (1947), dirigido por Henry King, que dirigiu Tyrone Power em onze filmes. Após fazer as comédias românticas Esse Impulso Maravilhoso (com Gene Tierney, seu par em The Razor's Edge) e O Toque Mágico (1948) (com Anne Baxter), Power voltou ao capa-e-espada, em A Rosa Negra (1950) e O Favorito dos Borgia (1949).

Nos anos 50, Power começou a se sentir infeliz com os filmes que assumira, tais como Guerrilheiros das Filipinas e O Soldado da Rainha, e em 1950 foi para a Inglaterra para fazer o papel principal na peça Mister Roberts, por uma temporada de 23 semanas no London Coliseum.

Para a Fox renovar seu contrato, ofereceu-lhe o papel em O Manto Sagrado. Ele voltou para a América (o papel acabou sendo de Richard Burton) e, em 1º de novembro de 1952, participou de uma tour de 10 semanas com John Brown's Body (poema), um drama em três pessoas escrito sobre o poema de Stephen Vincent Benét, adaptado e dirigido por Charles Laughton, e estrelado por Power, Judith Anderson e Raymond Massey.

O contrato que fez com seu estúdio lhe permitira fazer papéis fora da 20th Century-Fox, e em 1953 ele fez O Aventureiro do Mississippi para a Universal Studios, com a garantia de uma porcentagem dos lucros, e ganhou 1 milhão de dólares com o filme.

Power voltou ao teatro em março de 1958, para a adaptação de Arnold Moss para a peça de George Bernard Shaw, Back to Methuselah, de 1921.

Em setembro de 1958, Tyrone Power foi para Madrid e Valdespartera, na Espanha, para o filme épico “Solomon and Sheba”, dirigido por King Vidor. Ele filmara já 75% do roteiro quando teve um infarto agudo do miocárdio, enquanto estava filmando uma cena de duelo com seu amigo, George Sanders, e morreu a caminho do hospital. Yul Brynner ficou com o papel de Salomão e a edição usou várias das cenas de luta que Power havia filmado; um observador mais atento pode vê-lo em algumas das cenas, durante o duelo.

O último filme de Tyrone Power poderia ter sido com um gesto familiar, a dele com a espada na mão. É, talvez, mais reverenciado como um espadachim. O diretor Henry King comentou que o povo sempre lembraria dele com uma espada em punho - entre os melhores espadachins nos filmes.
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POSIÇÂO NO RANKING
Posição Filme Média
26° Ódio no coração (1942) 9.22
44° A Marca do Zorro (1940) 9.09
57° O Fio da Navalha (1946) 9.00
65° O Beco das Almas Perdidas (1947) 9.00
112° A Grande Jornada (1930) 8.74
177° Epopéia do Jazz (1938) 8.40
282° Jesse James (1939) 7.90
368° O Cisne Negro (1942) 7.00
Filmes disponíveis (por data)
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